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	<title>irc &#8211; AR Consultoria e Gestão</title>
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	<description>Serviços de Contabilidade</description>
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	<title>irc &#8211; AR Consultoria e Gestão</title>
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		<title>Conta bancária é obrigatória para empresas e negócios. De acordo com Lei Geral Tributária&#8230;</title>
		<link>https://arservicoscontabilidade.pt/2024/02/01/conta-bancaria-e-obrigatoria-para-empresas-e-negocios-de-acordo-com-lei-geral-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 10:23:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abrir empresa]]></category>
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					<description><![CDATA[Determinada entidade portuguesa quer cancelar a conta bancária que tem em Portugal e passar a trabalhar com instituições financeiras da UE. Isso é permitido numa sociedade por quotas? Parecer técnico (OCC) Na questão em apreço, determinada entidade portuguesa pretende encerrar uma conta bancária em território nacional e pretende abrir conta bancária em instituições financeiras fora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Determinada entidade portuguesa quer cancelar a conta bancária que tem em Portugal e passar a trabalhar com instituições financeiras da UE. Isso é permitido numa sociedade por quotas?</strong></p>
<p><strong>Parecer técnico (OCC)</strong></p>
<p>Na questão em apreço, determinada entidade portuguesa pretende encerrar uma conta bancária em território nacional e pretende abrir conta bancária em instituições financeiras fora de Portugal.</p>
<p>Face ao exposto, a questão prende-se com a possibilidade de abertura de uma conta numa instituição financeira fora de Portugal, nomeadamente na União Europeia.</p>
<p>Nos termos do n.º 1 do artigo 63.º-C da Lei Geral Tributária, os sujeitos passivos de IRC, bem como os sujeitos passivos de IRS que disponham ou devam dispor de contabilidade organizada, estão obrigados a possuir, pelo menos, uma conta bancária através da qual devem ser, exclusivamente, movimentados os pagamentos e recebimentos respeitantes à atividade empresarial desenvolvida.</p>
<p>A lei não impõe que essa conta bancária esteja localizada num banco nacional, apenas impõe a obrigatoriedade de existência de uma conta bancária.<br />
Por esse motivo é que a declaração de início de atividade já prevê no respetivo Quadro 15, a indicação do número de identificação bancária internacional (IBAN), com vista à identificação de contas bancárias não localizadas em Portugal.</p>
<p>No entanto, somos a referir que a troca internacional de informações bancárias é matéria fora do âmbito das competências do contabilista certificado.<br />
Ressalvamos apenas, que as convenções destinadas a evitar a dupla tributação e a prevenir a evasão fiscal em matéria de impostos sobre o rendimento entre Portugal e diversos permite a troca de informação fiscal.</p>
<p>Por último, somos a referir que se existirem depósitos em bancos estrangeiros em moeda diferente da moeda nacional (euro), a sua mensuração à data do balanço deverá ser ajustada à taxa de câmbio de fecho.</p>
<p>É aconselhável que sejam criadas subcontas de forma a evidenciar cada uma das contas de depósitos à ordem que a entidade eventualmente possua.</h4>
<h5>Mais algumas informações relevantes para que sabia a lei&#8230;</h5>
<p>O artigo 63-C da LGT</p>
<ol>
<li>Os sujeitos passivos de IRC, bem como os sujeitos passivos de IRS que disponham ou devam dispor de contabilidade organizada, estão obrigados a possuir, pelo menos, uma conta bancária através da qual devem ser, exclusivamente, movimentados os pagamentos e recebimentos respeitantes à atividade empresarial desenvolvida.</li>
<li>Devem, ainda, ser efetuados através da conta ou contas referidas no n.º 1 todos os movimentos relativos a suprimentos, outras formas de empréstimos e adiantamentos de sócios, bem como quaisquer outros movimentos de ou a favor dos sujeitos passivos.</li>
<li>&#8230;</li>
<li>A administração tributária pode aceder a todas as informações ou documentos bancários relativos à conta ou contas referidas no n.º 1 sem dependência do consentimento dos respetivos titulares.</li>
</ol>
<h4>Coimas previstas</h4>
<p>O artigo 129.º RGIT – define as coimas aplicadas para a violação da obrigação de possuir e movimentar contas bancárias e de transações em numerário (Epígrafe dada pela Lei n.º 92/2017, de 22 de agosto):</p>
<ol>
<li>A falta de conta bancária nos casos legalmente previstos é punível com coima de € 270 a € 27.000. (Redação dada pela Lei n.º 64-B/2011, de 30 de dezembro)</li>
<li>A falta de realização através de conta bancária de movimentos nos casos legalmente previstos é punível com coima de € 180 a € 4.500. (Redação dada pela Lei n.º 64-B/2011, de 30 de dezembro)</li>
<li>A realização de transações em numerário que excedam os limites legalmente previstos é punível com coima de € 180 a € 4 500. (Redação dada pela Lei n.º 92/2017, de 22 de agosto)</li>
</ol>
<blockquote><p>Lembre-se que obrigatório a existência de contas bancárias afetas <strong>exclusivamente aos negócios</strong> das empresas e empresários em nome individual com contabilidade organizada. Mas, não basta abrir uma conta, ela tem que servir para registar todos os movimentos financeiros da empresa:</p>
<ul>
<li>Registo de rendimentos</li>
<li>Registo de gastos/despesas diversas</li>
<li>Registos de todos os movimentos da empresa com os seus sócios (suprimentos, empréstimos, etc ..)</li>
</ul>
</blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OCC &#8211; Análise ao OE 2020</title>
		<link>https://arservicoscontabilidade.pt/2020/04/05/occ-analise-ao-oe-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 11:46:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Beneficios fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[irc]]></category>
		<category><![CDATA[irs]]></category>
		<category><![CDATA[OE 2020]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA SOCIAL]]></category>
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					<description><![CDATA[Aceda aqui FONTE OCC: Apresento a análise efectado pela nossa Ordem que faz uma análise detalhada ao orçamento 2020. Veja o guia interactivo da OCC. Documentação: Orçamento do Estado para 2020 &#8211; Lei n.º4/2020 Grandes Opções do Plano Quadro plurianual de programação orçamental para os anos de 2020 a 2023]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: left;"><strong><a href="https://www.occ.pt/fotos/editor2/oe2020_analisec1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aceda aqui </a></strong></h4>
<p>FONTE OCC: Apresento a análise efectado pela nossa Ordem que faz uma análise detalhada ao orçamento 2020. Veja o guia interactivo da OCC.</p>
<h4 style="text-align: left;"> </h4>
<div> </div>

<p class="wp-block-paragraph"><strong>Documentação:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/130893436/details/maximized?fbclid=IwAR3tcv-fVJhiVCLV9qccSJ5oH6VZQh2lAhZ2w7h3CWHxwSY3YJDEYRYQnXs" target="_blank" rel="noopener">Orçamento do Estado para 2020 &#8211; Lei n.º4/2020</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/130893437/details/maximized" target="_blank" rel="noopener">Grandes Opções do Plano</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/130893438/details/maximized" target="_blank" rel="noopener">Quadro plurianual de programação orçamental para os anos de 2020 a 2023</a></p>
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